A Cândida,
é uma pessoa que eu penso
não precisarmos de muito tempo
para conhecermos.
Basta olhar o seu rosto
e ver que dele emana
tudo o que existe de melhor
na natureza:
bondade,
encanto,
ternura,
solidariedade,
candura,
delicadeza,...
É, de facto, uma pessoa
que podemos considerar boa.
Só assim poderiam nascer
as histórias que ela sabe escrever:
doces, encantadoras,
cheias de magia,
de bondade, sedutoras
e que, ao lerem-se
só nos podem trazer alegria
e orientar para uma vida
feita de amor, pureza,
de verdade sentida
e de grande delicadeza.
Ana Teresa, 2012-02-11
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