Sinto-me triste com tudo o que se está a passar com a escola, os professores, os encarregados de educação, em suma, com toda a sociedade.
Ando preocupada!
Sinto os professores sobrecarregados, cansados, baralhados, divididos, aprisionados, desiludidos, angustiados...
Colocaram nos seus ombros um peso superior às suas forças, impuseram-lhes atribuições que nada têm a ver com a verdadeira escola, o seu desempenho, o ajudar a formar ,a aprender, a desenvolver, a preparar para uma boa integração na sociedade.
O que estão a fazer os responsáveis pelo Ministério da Educação que deveriam compreender, acarinhar e estimular esta profissão e ao contrário estão a perseguir e a confundir? Não têm consciência que trabalhar com crianças e jovens não é o mesmo que trabalhar com papéis ou máquinas?
Poderá ser uma profissão em risco, mas não deixa de ser como o livro e o lápis. Pode faltar a luz, no entanto, se se tiver uma lanterna ou uma vela podemos ler e até escrever e eu sei que, enquanto houver um professor que ame o que faz e que tenha a consciência da necessidade das crianças, esta profissão só poderá melhorar.
Portanto, senhores responsáveis por este ministério, tratem de fazer uma grande reflexão, descer ao terreno e aliarem-se aos professores, pensando nos alunos, para que o futuro do nosso país não fique cada vez mais comprometido.
Ana Teresa, Avintes-2012
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